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	<title>Sementes de Arroz</title>
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	<description>Sementes San Francisco Arroz Irrigado</description>
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		<title>Negócios do arroz são retomados</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 17:14:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Na primeira semana do ano algumas ind&#250;strias de arroz permaneciam em f&#233;rias coletivas, enquanto outras j&#225; iniciavam suas compras. Pesquisadores do Centro de Estudos Avan&#231;ados em Economia Aplicada (Cepea) indicam que os produtores do cereal ainda mant&#233;m suas ofertas limitadas. Mesmo com a seca em algumas regi&#245;es arrozeiras do Rio Grande do Sul, as colheitas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 12px"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif">Na primeira semana do ano algumas ind&uacute;strias de arroz permaneciam em f&eacute;rias coletivas, enquanto outras j&aacute; iniciavam suas compras. Pesquisadores do Centro de Estudos Avan&ccedil;ados em Economia Aplicada (Cepea) indicam que os produtores do cereal ainda mant&eacute;m suas ofertas limitadas.</span></span></p>
<div><span style="font-size: 12px"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif">Mesmo com a seca em algumas regi&otilde;es arrozeiras do Rio Grande do Sul, as colheitas devem come&ccedil;ar no final de fevereiro ou in&iacute;cio de mar&ccedil;o. O Indicador do Arroz em Casca da Esalq/BM&amp;FBovespa registrou pequeno recuo de 0,2% entre 2 e 9 de janeiro, fechando a R$ 25,70/sc na segunda-feira (9). </span></span></div>
<div>
	<span style="font-size: 12px"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif">Com informa&ccedil;&otilde;es do CEPEA</span></span></div>
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		<title>Produção de arroz e de fumo apresenta recuo no RS</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 17:12:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao sementes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Recuo de produção do Arroz; Produção do Arroz; IRGA;]]></category>

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		<description><![CDATA[O Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) avalia o impacto da seca na lavoura oriz&#237;cola do estado. Estima-se uma queda de 10% na produ&#231;&#227;o, avaliada em 8,1 milh&#245;es, devido &#224; crise de comercializa&#231;&#227;o, que levou &#224; redu&#231;&#227;o de &#225;rea de cultivo. O diretor t&#233;cnico do Irga, Valmir Menezes, considera o quadro mais cr&#237;tico na Depress&#227;o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif"><span style="font-size: 12px">O Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) avalia o impacto da seca na lavoura oriz&iacute;cola do estado. Estima-se uma queda de 10% na produ&ccedil;&atilde;o, avaliada em 8,1 milh&otilde;es, devido &agrave; crise de comercializa&ccedil;&atilde;o, que levou &agrave; redu&ccedil;&atilde;o de &aacute;rea de cultivo.</span></span></p>
<div><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif"><span style="font-size: 12px">O diretor t&eacute;cnico do Irga, Valmir Menezes, considera o quadro mais cr&iacute;tico na Depress&atilde;o Central. &quot;Os mananciais de irriga&ccedil;&atilde;o s&atilde;o pequenos arroios&quot;, explica. A Associa&ccedil;&atilde;o dos Fumicultores do Brasil (Afubra) tamb&eacute;m est&aacute; cautelosa. N&uacute;meros extraoficiais indicam recuo de 20% nas lavouras do cedo. A expectativa inicial &eacute; colher 320 mil toneladas de fumo. </span></span></div>
<div><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif"><span style="font-size: 12px">Com informa&ccedil;&otilde;es do Correio do Povo</span></span></div>
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		<title>Governo reduz ICMS do arroz no MT</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 14:28:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao sementes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Arroz; ICMS; Mato Grosso; Famato]]></category>
		<category><![CDATA[Governo reduz ICMS do Arroz]]></category>

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		<description><![CDATA[A Federa&#231;&#227;o de Agricultura e Pecu&#225;ria de Mato Grosso (Famato) teve resposta positiva do governo estadual ao solicitar a redu&#231;&#227;o da base de c&#225;lculo do ICMS (Imposto sobre Circula&#231;&#227;o de Mercadorias e Servi&#231;os), aplicado nas opera&#231;&#245;es de sa&#237;da interestadual de arroz em casca. A base do c&#225;lculo foi reduzida em 8,33%, o que facilita a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif"><span style="font-size: 12px">A Federa&ccedil;&atilde;o de Agricultura e Pecu&aacute;ria de Mato Grosso (Famato) teve resposta positiva do governo estadual ao solicitar a redu&ccedil;&atilde;o da base de c&aacute;lculo do ICMS (Imposto sobre Circula&ccedil;&atilde;o de Mercadorias e Servi&ccedil;os), aplicado nas opera&ccedil;&otilde;es de sa&iacute;da interestadual de arroz em casca.</span></span></p>
<div><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif"><span style="font-size: 12px">A base do c&aacute;lculo foi reduzida em 8,33%, o que facilita a comercializa&ccedil;&atilde;o do produto em outros estados e o escoamento dos silos da &uacute;ltima safra. O diretor de Rela&ccedil;&otilde;es Institucionais do Sistema Famato, Rog&eacute;rio Romanini, considera que o governo se mostrou sens&iacute;vel ao problema de armazenamento e escoamento de produ&ccedil;&atilde;o enfrentado pelos rizicultores do Estado.</span></span><br />
	&nbsp;</div>
<div><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif"><span style="font-size: 12px">O Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecu&aacute;ria (Imea) identificou que os munic&iacute;pios beneficiados est&atilde;o nas regi&otilde;es m&eacute;dio-norte, centro-sul e sudeste do estado. O Imea destacou tamb&eacute;m que a m&eacute;dia de pre&ccedil;o pago pelo arroz ficou em torno de R$ 28,20/saca, conforme pesquisa de mercado feita em novembro de 2011.</span></span><br />
	&nbsp;</div>
<div><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif"><span style="font-size: 12px">Assim, a receita bruta por hectare fica em m&eacute;dia R$ 1,69 mil, considerando a produ&ccedil;&atilde;o de 60 sacas por hectare &#8211; n&atilde;o atingindo, portanto, nem o custo da produ&ccedil;&atilde;o do cereal, estimado em R$ 1,94 mil/ha.</span></span><br />
	&nbsp;</div>
<div><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif"><span style="font-size: 12px">A Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) estima, para a safra 2011/2012 do MT, uma redu&ccedil;&atilde;o de 45,8% na &aacute;rea destinada ao cultivo de arroz, passando de 256 mil ha para 138,8 mil hectares. A produ&ccedil;&atilde;o deve diminuir 47,7%, indo de 795,9 mil toneladas para 416,4 mil toneladas.</span></span><br />
	&nbsp;</div>
<div><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif"><span style="font-size: 12px">Com informa&ccedil;&otilde;es do Sistema Famato</span></span></div>
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		<title>Dia de Campo reúne produtores de Arroz e Soja</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 18:41:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No &#250;ltimo dia 9 de dezembro a Fazenda San Francisco realizou seu 16&#186; Dia de Campo, recebendo mais de 100 inscritos para dividir experi&#234;ncias e compartilhar aprendizados, na regi&#227;o de Miranda (MS). O propriet&#225;rio da fazenda e presidente da Associa&#231;&#227;o de Produtores de Arroz e Irrigantes de Mato Grosso do Sul (APAI/MS), Roberto Coelho, fez [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 12px"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif"><a href="http://www.sementesdearroz.com.br/wp-content/uploads/dia-de-campo-061.jpg"><img alt="" class="alignnone size-full wp-image-336" height="615" src="http://www.sementesdearroz.com.br/wp-content/uploads/dia-de-campo-061.jpg" style="width: 506px; height: 312px" title="dia de campo 061" width="964" /></a></span></span></p>
<p><span style="font-size: 12px"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif">No &uacute;ltimo dia 9 de dezembro a Fazenda San Francisco realizou seu 16&ordm; Dia de Campo, recebendo mais de 100 inscritos para dividir experi&ecirc;ncias e compartilhar aprendizados, na regi&atilde;o de Miranda (MS). O propriet&aacute;rio da fazenda e presidente da Associa&ccedil;&atilde;o de Produtores de Arroz e Irrigantes de Mato Grosso do Sul (APAI/MS), Roberto Coelho, fez a abertura do evento destacando que, pela primeira vez em 26 anos, apresentaria al&eacute;m da planta&ccedil;&atilde;o de arroz, a lavoura de soja.</span></span></p>
<p>	<span style="font-size: 12px"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif">O chefe geral da Embrapa Agropecu&aacute;ria Oeste, Fernando Lamas, caracterizou os produtores da regi&atilde;o como empreendedores e destacou que a regi&atilde;o tem grande potencial. &ldquo;Todos devem buscar aprimorar seus conhecimentos para que a agropecu&aacute;ria seja uma atividade de riscos minimizados&rdquo;, destacou Lamas, lembrando que o conhecimento &eacute; um insumo t&atilde;o importante quanto a terra, o capital e o trabalho.</span></span></p>
<p>	<span style="font-size: 12px"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif">As visitas &agrave;s planta&ccedil;&otilde;es possibilitaram aos participantes conhecer o cultivo de arroz irrigado, e tamb&eacute;m de soja, sendo este o mais novo investimento da fazenda. O engenheiro agr&ocirc;nomo da Fazenda San Francisco, Darci Azambuja, relatou que est&atilde;o sendo utilizadas cinco variedades de arroz e sete de soja. &ldquo;Como &eacute; a nossa primeira safra de soja, vamos analisar os resultados em produtividade e alagamentos para evitar preju&iacute;zos, j&aacute; que a regi&atilde;o &eacute; de clima chuvoso&rdquo;, explica o agr&ocirc;nomo.</span></span></p>
<p>
	<span style="font-size: 12px"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif"><a href="http://www.sementesdearroz.com.br/wp-content/uploads/dia-de-campo-163.jpg"><img alt="" class="alignnone size-full wp-image-342" height="600" src="http://www.sementesdearroz.com.br/wp-content/uploads/dia-de-campo-163.jpg" style="width: 497px; height: 391px" title="dia de campo 163" width="793" /></a>&nbsp; </span></span></p>
<p><span style="font-size: 12px"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif">O produtor de arroz e soja, Rog&eacute;rio Comin, lembrou-se da import&acirc;ncia de participar de reuni&otilde;es como os dias de campo. &ldquo;Eu sempre participo porque al&eacute;m das informa&ccedil;&otilde;es t&eacute;cnicas, podemos trocar experi&ecirc;ncias com outros produtores&rdquo;, afirma Comin, que trabalha com arroz h&aacute; 18 anos.</span></span></p>
<p>	<span style="font-size: 12px"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif">Gl&aacute;ucio Thiago Moraes, produtor h&aacute; mais de quatro anos, comparou os mercados de arroz e soja. &ldquo;O mercado de soja &eacute; muito mais din&acirc;mico. Por ser uma commodity, sempre h&aacute; demanda. O mercado do arroz &eacute; mais dif&iacute;cil porque a classifica&ccedil;&atilde;o por tipo deixa o mercado mais limitado&rdquo;. Moraes tamb&eacute;m destacou que as condi&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas da regi&atilde;o exigem maior aten&ccedil;&atilde;o porque a temperatura varia bastante.</span></span></p>
<p>	<span style="font-size: 12px"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif">Azambuja relatou que a produtividade da safra 2011-2012 de arroz registrou um crescimento de 18% em rela&ccedil;&atilde;o ao ano passado, devido &agrave; substitui&ccedil;&atilde;o de uma variedade, a condi&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas mais favor&aacute;veis e redu&ccedil;&atilde;o do n&iacute;vel de precipita&ccedil;&otilde;es dos meses de outubro e novembro. Quanto &agrave; soja, o engenheiro agr&ocirc;nomo informou que o plantio foi favorecido na fase de emerg&ecirc;ncia e desenvolvimento inicial tamb&eacute;m pela diminui&ccedil;&atilde;o no n&iacute;vel de precipita&ccedil;&otilde;es.</span></span></p>
<p>	<span style="font-size: 12px"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif">Ap&oacute;s as visitas &agrave;s lavouras, Rodrigo Arroyo, pesquisador da Embrapa Agropecu&aacute;ria Oeste, apresentou sua palestra sobre a &ldquo;Perspectiva da Cultura da Soja no Vale do Rio Miranda&rdquo;. Arroyo exibiu dados da produ&ccedil;&atilde;o de soja no MS, custos de produ&ccedil;&atilde;o e manejo, listou os pr&oacute;s e contras da sucess&atilde;o soja-milho e esclareceu sobre as consequ&ecirc;ncias que o clima da regi&atilde;o pode acarretar &agrave; produ&ccedil;&atilde;o do gr&atilde;o.</span></span></p>
<p><span style="font-size: 12px"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif">Participaram do evento pesquisadores da equipe do chefe geral da Embrapa Agropecu&aacute;ria Oeste, Fernando Lamas, pesquisadores da Embrapa Arroz e Feij&atilde;o, o presidente da Associa&ccedil;&atilde;o dos Produtores do Vale do Rio Miranda, Fernando Belo, e Carm&eacute;lio Ross, presidente da Associa&ccedil;&atilde;o dos Produtores de Sementes e Mudas do MS.</span></span><br />
	&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: 12px"><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif">Por Stephanie Ribas</span></span><br />
	&nbsp;</p>
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		<title>Presidente da APAI/MS participa de programa no Canal do Boi</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 19:52:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Confiram a entrevista do presidente da Associa&#231;&#227;o dos Produtores de Arroz e Irrigantes do Mato Grosso do Sul (APAI/MS), Roberto Coelho, no Canal do Boi, no programa Mercado do Campo de ontem (6). Roberto Coelho falou sobre a produ&#231;&#227;o de arroz no estado de MS e sobre o 16&#186; Dia de Campo da Fazenda San [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Confiram a entrevista do presidente da Associa&ccedil;&atilde;o dos Produtores de Arroz e Irrigantes do Mato Grosso do Sul (<strong>APAI/MS</strong>), Roberto Coelho, no Canal do Boi, no programa Mercado do Campo de ontem (6). Roberto Coelho falou sobre a produ&ccedil;&atilde;o de arroz no estado de MS e sobre o <strong>16&ordm; Dia de Campo da Fazenda San Francisco</strong>, que ser&aacute; no dia 9 de dezembro, pr&oacute;xima sexta-feira.</p>
<p><embed allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" flashvars="&amp;controlbar=over&amp;file=http%3A%2F%2Fsrvvenus.canaldoboi.com%3A8080%2Fsba_videos%2F2011120731441.flv&amp;image=http%3A%2F%2Fwww.sba1.com%2F_arquivos%2Fimagens%2F11004896474edfbf1e136133.69360845.jpg&amp;plugins=viral-2d" height="385" src="http://www.sba1.com/_tools/jwplayer/player.swf" width="509"></embed></p>
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		<title>Arroz Irrigado é tema de Dia de Campo em Dezembro</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 12:01:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[arroz irrigado]]></category>
		<category><![CDATA[dia de campo]]></category>
		<category><![CDATA[Dia de Campo Fazenda San Francisco]]></category>
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		<description><![CDATA[O arroz est&#225; entre os cereais mais importantes do mundo. &#201; um dos alimentos com melhor balanceamento nutricional, fornecendo 20% da energia e 15% da prote&#237;na necess&#225;ria ao ser humano. Trata-se de uma cultura adaptada a diferentes condi&#231;&#245;es de solo e clima. Al&#233;m disso, &#233; considerada a esp&#233;cie com maior potencial para o combate a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif"><span style="font-size: 12px">O arroz est&aacute; entre os cereais mais importantes do mundo. &Eacute; um dos alimentos com melhor balanceamento nutricional, fornecendo 20% da energia e 15% da prote&iacute;na necess&aacute;ria ao ser humano. Trata-se de uma cultura adaptada a diferentes condi&ccedil;&otilde;es de solo e clima. Al&eacute;m disso, &eacute; considerada a esp&eacute;cie com maior potencial para o combate a fome no mundo, pois &eacute; cultivado e consumido em todos os continentes.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif"><span style="font-size: 12px">No Brasil, o arroz irrigado &eacute; produzido em dezesseis estados localizados em todas as regi&otilde;es, portanto, sob condi&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas muito distintas. De acordo com dados do IBGE, em 2011, o cereal foi produzido em 26 Estados. Os principais Estados produtores de arroz foram Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Maranh&atilde;o, Mato Grosso, Tocantins, Piau&iacute;, Par&aacute;, G&oacute;ias, Paran&aacute;, Rond&ocirc;nia e Mato Grosso do Sul.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif"><span style="font-size: 12px">Ainda em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; safra de 2011, os dados revelam que o pa&iacute;s produziu aproximadamente 13 milh&otilde;es e meio toneladas do gr&atilde;o, em uma &aacute;rea total cultivada superior a 2 milh&otilde;es e meio de hectares. Em 2011, o Mato Grosso do Sul foi o 11&ordm; Estado produtor de arroz no ranking nacional, respons&aacute;vel por aproximadamente 158 mil toneladas do gr&atilde;o, cultivado em quase 30 mil hectares.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif"><span style="font-size: 12px"><strong>Dia de campo</strong>- Para debater sobre diversos aspectos relacionados &agrave; cadeia produtiva de arroz no Estado, ser&aacute; realizado durante a manh&atilde; do dia 9 de dezembro, sexta-feira, o 16&ordm; Dia de campo da Fazenda San Francisco, em Miranda. O evento deve reunir cerca de 180 pessoas, entre produtores, pesquisadores, industriais, autoridades, fornecedores de insumos e equipamentos e t&eacute;cnicos envolvidos com a cadeia produtiva do arroz irrigado em MS &nbsp;</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif"><span style="font-size: 12px">&ldquo;O Dia de Campo deve marcar a abertura da colheita de arroz em Mato Grosso do Sul, al&eacute;m de apresentar comparativo de variedades.&nbsp;Acontecer&atilde;o palestras e visitas t&eacute;cnicas, al&eacute;m de debates sobre produ&ccedil;&atilde;o consorciada de arroz irrigado, soja e sorgo na regi&atilde;o&rdquo;, disse o presidente da Associa&ccedil;&atilde;o de Produtores de Arroz e Irrigantes do MS (APAI/MS), Roberto Coelho.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif"><span style="font-size: 12px">O Chefe Geral da Embrapa Agropecu&aacute;ria Oeste, Fernando Mendes Lamas, acredita que o evento ir&aacute; oferecer informa&ccedil;&otilde;es que contribuir&atilde;o significativamente para o desenvolvimento sustent&aacute;vel da cadeia produtiva do arroz irrigado no Estado, trazendo reflexos positivos para a produ&ccedil;&atilde;o regional, por meio da troca de experi&ecirc;ncias e visitas a &aacute;reas produtivas.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif"><span style="font-size: 12px">A programa&ccedil;&atilde;o do evento, consta de recep&ccedil;&atilde;o agendada para &agrave;s 8h30, seguida de palestra de abertura proferida pelo presidente da Associa&ccedil;&atilde;o de Produtores de Arroz e Irrigantes do MS (APAI/MS), Roberto Coelho, seguida de visita aos campos produtivos da propriedade. &Agrave;s 11h15, o pesquisador da Embrapa Agropecu&aacute;ria Oeste, Rodrigo Arroyo Garcia, apresenta palestra enfocando as perspectivas da cultura da soja no Vale do rio Miranda.&nbsp;</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif"><span style="font-size: 12px">Os interessados devem confirmar sua presen&ccedil;a pelo e-mail <a href="mailto:deyse@sementesdearroz.com.br">deyse@sementesdearroz.com.br</a>&nbsp;ou telefone (67) 3321-5166, com Deyse. O evento &eacute; uma realiza&ccedil;&atilde;o da Sementes San Francisco de Arroz Irrigado, Embrapa Agropecu&aacute;ria Oeste, Embrapa Arroz e Feij&atilde;o, Associa&ccedil;&atilde;o de Produtores de Arroz e Irrigantes do MS (APAI/MS) e Comit&ecirc; da Bacia Hidrogr&aacute;fica do Rio Miranda.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif"><span style="font-size: 12px">Fonte: Christiane Congro Comas &#8211; Mtb-SC 00825/9 JP<br />
	Jornalista Embrapa Agropecu&aacute;ria Oeste<a href="mailto:christiane.comas@cpao.embrapa.br"><br />
	christiane.comas@cpao.embrapa.br</a></span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif"><span style="font-size: 12px">&nbsp;</span></span></p>
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		<title>GLÚTEN &#8211; O QUE VOCÊ PRECISA SABER</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Nov 2011 17:03:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao sementes</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Glúten; Doença Celíaca; Metabolismo; Reeducação Alimentar;]]></category>

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		<description><![CDATA[H&#225; tempos que m&#233;dicos e nutricionistas sabem que o gl&#250;ten, uma subst&#226;ncia encontrada no trigo, no centeio, na cevada e na aveia &#8211; A GLIACINA -transforma-se numa esp&#233;cie de cola ao chegar no intestino e gruda nas paredes intestinais, provocando, aos poucos, satura&#231;&#227;o do aparelho digestivo, o aumento da gordura visceral (na regi&#227;o do abd&#244;men), [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif"><span style="font-size: 14px">H&aacute; tempos que m&eacute;dicos e nutricionistas sabem que o <strong>gl&uacute;ten</strong>, uma subst&acirc;ncia encontrada no trigo, no centeio, na cevada e na aveia &#8211; A GLIACINA -transforma-se numa esp&eacute;cie de cola ao chegar no intestino e gruda nas paredes intestinais, provocando, aos poucos, satura&ccedil;&atilde;o do aparelho digestivo, o aumento da gordura visceral (na regi&atilde;o do abd&ocirc;men), dores articulares, alergias cut&acirc;neas, enxaqueca e depress&atilde;o. </span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif"><span style="font-size: 14px">O perigo se agravou devido ao consumo excessivo de p&atilde;es, biscoitos, macarr&atilde;o, bolos. At&eacute; alguns queijos e embutidos cont&ecirc;m o agora gl&uacute;ten. Os resultados j&aacute; aparecem nos consult&oacute;rios de nutr&oacute;logos, alergistas e nutricionistas: obesidade, s&iacute;ndrome de resist&ecirc;ncia &agrave; insulina, defici&ecirc;ncia de c&aacute;lcio (o trigo vem sempre adicionado de a&ccedil;&uacute;car), alergias, diarr&eacute;ias, doen&ccedil;as auto-imunes. </span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif"><span style="font-size: 14px">O nutr&oacute;logo Jo&atilde;o Curvo diz que, para os chineses, o excesso de gl&uacute;ten no organismo &eacute; sinal de m&aacute; higiene interna: o <strong>metabolismo</strong> emperra, favorecendo bact&eacute;rias que gostam de calor e estagna&ccedil;&atilde;o. A pediatra e nutr&oacute;loga Clara Brand&atilde;o, do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, premiada por suas alternativas para a mesa brasileira, defende o que chama de nossa &quot;soberania alimentar&quot;: mandioca, milho e arroz no lugar do trigo importado, que faz tanto mal. E, se abolir o gl&uacute;ten ajuda a emagrecer, a &quot;dieta sem gl&uacute;ten&quot; virou febre nas academias. </span></span><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif"><span style="font-size: 14px">Agora, p&atilde;es de aipim e de milho, macarr&atilde;o de arroz e cookies de soja s&atilde;o as novas &quot;del&iacute;cias&quot; dos supermercados. </span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif"><span style="font-size: 14px">GRA&Ccedil;AS AO S&Uacute;BITO DESEJO DA FILHA LOUISE DE EMAGRECER, a fam&iacute;lia de C&eacute;sar Hasky, dono do restaurante japon&ecirc;s Ten Kai, em Ipanema, descobriu as maravilhas da vida sem gl&uacute;ten. A m&atilde;e, Rina, ao levar a filha ao nutricionista Leonardo Haus tamb&eacute;m adotou a <strong>reeduca&ccedil;&atilde;o alimentar </strong>que consiste em evitar satura&ccedil;&atilde;o do metabolismo provocada pelo excesso de gl&uacute;ten no intestino. A surpresa veio quando m&atilde;e e filha come&ccedil;aram facilmente a emagrecer e at&eacute; C&eacute;sar, que n&atilde;o estava de dieta, adotou os p&atilde;es de aipim, de ab&oacute;bora e de cenoura, encomendados na rede Mundo Verde ou no restaurante Celeiro: &#8211; A barriga vai sumindo, voc&ecirc; fica mais leve. Eu n&atilde;o imaginava que o gl&uacute;ten fizesse tanto mal. E voc&ecirc; vive muito bem sem o trigo. Pode comer p&atilde;es e bolos gostosos sem gl&uacute;ten de manh&atilde; ou &agrave; tarde, sem sofrimento algum &#8211; diz Rina.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif"><span style="font-size: 14px">O nutricionista Leonardo Haus recomenda um per&iacute;odo de tr&ecirc;s meses de <strong>dessensibiliza&ccedil;&atilde;o</strong> ao gl&uacute;ten, no qual n&atilde;o se pode comer trigo, centeio, cevada ou aveia, os quatro cereais que cont&ecirc;m a subst&acirc;ncia. Depois, segundo ele, &eacute; poss&iacute;vel comer esporadicamente sem risco de danos: &#8211; Essa &eacute; a id&eacute;ia da reeduca&ccedil;&atilde;o alimentar. Voc&ecirc; pode comer um p&atilde;ozinho, mas o excesso pode alterar todo o seu metabolismo, baixar a imunidade do organismo e levar a doen&ccedil;as. Mas &eacute; bom lembrar que nem todo obeso tem essa intoler&acirc;ncia alimentar. Intestino sem gl&uacute;ten produz serotonina e gera alegria. </span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif"><span style="font-size: 14px">A guerra contra o p&atilde;o e o macarr&atilde;o j&aacute; come&ccedil;ou tamb&eacute;m na escolinha de v&ocirc;lei das jogadoras Sandra e Elaine, no Leblon. Atletas do ranking brasileiro de v&ocirc;lei de praia, elas pro&iacute;bem as alunas que querem <strong>emagrecer</strong> de comer p&atilde;o depois das 17h. As atletas aprenderam com seus m&eacute;dicos que, no entardecer, o metabolismo vai ficando naturalmente mais lento e a digest&atilde;o daquele trigo ficar&aacute; ainda mais dif&iacute;cil. O p&atilde;ozinho ter&aacute; muito mais chances de virar gordura &#8211; e abdominal! &#8211; N&atilde;o proibimos o p&atilde;o, mas, se puderem evitar, principalmente &agrave; noite, &eacute; melhor. Isso n&atilde;o significa que n&atilde;o podemos comer um macarr&atilde;o depois de um treino. Pode, mas n&atilde;o toda hora. O excesso n&atilde;o &eacute; metabolizado e vira gordura &#8211; explica Sandra.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif"><span style="font-size: 14px">Se banir o p&atilde;o foi secando a barriga das mulheres, a nova onda chegou instantaneamente &agrave;s academias de gin&aacute;stica. A academia Velox, por exemplo, oferece saladas que h&aacute; muito tempo fazem parte dos lanches dos atletas. Leves, nutritivas e de baixa caloria. As redes Body Tech e Pr&oacute;-Forma tamb&eacute;m seguem o exemplo. &Eacute; um incontrol&aacute;vel efeito domin&oacute;. Se uma mulher seca abolindo o gl&uacute;ten, centenas de outras v&atilde;o fazer o mesmo para secar tamb&eacute;m. E n&atilde;o faltam receitas sem gl&uacute;ten. A quituteira an&uacute;gl&uacute;ten ga&uacute;cha Paula Santos oferece dezenas no site www.riosemgluten.com. Um dos segredos da nova dieta &eacute; n&atilde;o desanimar diante de um p&atilde;o de aipim com a consist&ecirc;ncia de uma pedra portuguesa. H&aacute; bons fabricantes de produtos sem gl&uacute;ten e outros nem tanto. </span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif"><span style="font-size: 14px">Leonardo Haus indica os p&atilde;es sem gl&uacute;ten produzidos em Santa Catarina, vendidos na rede Mundo Verde e no restaurante Fontes, em Ipanema, ou ainda os de fabrica&ccedil;&atilde;o pr&oacute;pria do restaurante Celeiro, no Leblon. Os novos alimentos sem gl&uacute;ten j&aacute; est&atilde;o nas prateleiras dos supermercados: macarr&atilde;o de arroz, cookies de soja, bolos de cenoura. </span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif"><span style="font-size: 14px">Para a cl&iacute;nica Eliana Correa, com p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o em medicina ortomolecular, depois do per&iacute;odo de dessensibiliza&ccedil;&atilde;o, pode-se at&eacute; comer gl&uacute;ten de vez em quando, mas, segundo ela, a pessoa se sente t&atilde;o bem que passar a evitar o alimento, como ela pr&oacute;pria e suas tr&ecirc;s filhas: &#8211; Quem sofreu a vida inteira com <strong>enxaqueca </strong>por causa de intoler&acirc;ncia ao gl&uacute;ten n&atilde;o vai querer mais comer o alimento porque sabe que voltar&aacute; a se sentir mal. A&iacute; vem a pergunta cl&aacute;ssica: Mas eu vou comer o qu&ecirc;? Eu, por exemplo, como batata-doce no caf&eacute; da manh&atilde;. Pode-se comer aipim, tapioca, p&atilde;es sem gl&uacute;ten. A variedade &eacute; imensa e os benef&iacute;cios, ainda maiores. Eu, que brigava tanto com o leite e seus efeitos al&eacute;rgicos, descobri que o gl&uacute;ten &eacute; muito pior. Eliana faz em seus pacientes exames de sangue que detectam alergias que n&atilde;o causam efeito imediato, mas v&atilde;o minando o metabolismo e s&atilde;o chamadas por isso de alergias retardadas. O sangue colhido dos pacientes &eacute; enviado para laborat&oacute;rios nos Estados Unidos, que dosam intoler&acirc;ncia a 96 alimentos. O exame custa R$ 900. No Brasil, s&oacute; h&aacute; exames para 37 alimentos que causam apenas alergias imediatas (quando o paciente passa mal imediatamente). Um alimento normal leva 18 horas da mastiga&ccedil;&atilde;o at&eacute; ser eliminado pelo reto. O gl&uacute;ten leva 26 horas. O excesso vai retendo cada vez mais toxinas no organismo e promovendo a disbiose, que &eacute; a altera&ccedil;&atilde;o da flora normal, com fermenta&ccedil;&atilde;o, reten&ccedil;&atilde;o de l&iacute;quidos. &Eacute; o come&ccedil;o de uma s&eacute;rie de doen&ccedil;as articulares, auto-imunes e at&eacute; depress&atilde;o. </span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif"><span style="font-size: 14px">GOSTOSO E IRRESIST&Iacute;VEL, O P&Atilde;O FRANC&Ecirc;S QUENTINHO com a manteiga derretendo pode ser maldito para quem n&atilde;o quer engordar. Mas proibido mesmo, s&oacute; para portadores da <strong>doen&ccedil;a cel&iacute;aca</strong>, uma intoler&acirc;ncia de origem gen&eacute;tica ao gl&uacute;ten que provoca dist&uacute;rbios gastrintestinais, diarr&eacute;ias violentas e at&eacute; morte. No Brasil, em estimativas imprecisas, a doen&ccedil;a atinge um em cada 300 brasileiros. Uma delas &eacute; Ane Benati, de 39 anos, que, entre os sete irm&atilde;os, tem outros tr&ecirc;s e uma sobrinha cel&iacute;acos. Ela viu suas irm&atilde;s g&ecirc;meas definharem por 20 anos em busca de um diagn&oacute;stico e, h&aacute; dez anos, uma delas, Raquel Benati, quase morreu com 39 quilos para o seu 1,70m, quando enfim descobriu que era cel&iacute;aca. &#8211; Foi s&oacute; tirar o gl&uacute;ten e minha irm&atilde; parecia que tinha tomado fermento. Engordou e ficou boa rapidamente. Pensei que ela ia morrer. Fiz logo o exame e vi que eu tamb&eacute;m era cel&iacute;aca, embora n&atilde;o tivesse ainda sintomas graves. Porque antes de acabar com o intestino, a doen&ccedil;a pode provocar baixa metab&oacute;lica, diabetes, hipertireoidismo e at&eacute; epilepsia &#8211; diz ela, que, por conta da doen&ccedil;a, sugere pratos deliciosos sem gl&uacute;ten para o card&aacute;pio do restaurante Cais do Oriente, do namorado Markos Resende, no Centro. &#8211; Ultimamente como l&aacute; uma lasanha de vegetais feita com folhas e palmitos naturais no lugar da massa e atum grelhado &#8211; diz Ane. Hoje &quot;curada&quot; ao banir o gl&uacute;ten da dieta, Raquel &eacute; presidente da se&ccedil;&atilde;o Rio da Associa&ccedil;&atilde;o dos Cel&iacute;acos do Brasil e diz que o diagn&oacute;stico ainda &eacute; um problema: &#8211; A medicina ainda desconhece essa doen&ccedil;a. </span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif"><span style="font-size: 14px">Estima-se hoje que no Rio haja 35 mil cel&iacute;acos, mas s&oacute; mil com diagn&oacute;stico. Os outros 25 mil est&atilde;o passando mal pelos hospitais, nas filas das gastrites, das diarr&eacute;ias cr&ocirc;nicas, das enxaquecas, das dores articulares sem cura. Eu penei 20 anos at&eacute; descobrir a doen&ccedil;a, mas o m&eacute;dico da Associa&ccedil;&atilde;o de Cel&iacute;acos, o gastropediatra Jos&eacute; C&eacute;sar Junqueira, alerta que uma simples gastrite j&aacute; &eacute; indica&ccedil;&atilde;o para os exames que detectam a doen&ccedil;a. Excesso de gl&uacute;ten gera intoler&acirc;ncia tamb&eacute;m em pessoas normais, Os exames de sangue de detectam a doen&ccedil;a cel&iacute;aca s&atilde;o os de antitransglutaminase e antiendom&iacute;sio, mas, segundo Raquel, ainda n&atilde;o est&atilde;o inclu&iacute;dos no Sistema &uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS), tampouco s&atilde;o aceitos por alguns planos de sa&uacute;de. </span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif"><span style="font-size: 14px">Na Europa, onde a doen&ccedil;a cel&iacute;aca tem uma incid&ecirc;ncia maior devido ao alto consumo de trigo, h&aacute; uma infinidade de alimentos sem gl&uacute;ten, mas no Brasil os produtos sem gl&uacute;ten s&oacute; agora come&ccedil;am a aparecer. &#8211; O mercado est&aacute; crescendo porque as pessoas normais tamb&eacute;m est&atilde;o com intoler&acirc;ncia devido ao excesso do consumo de trigo. Se o gl&uacute;ten &eacute; proibido para os cel&iacute;acos, os normais n&atilde;o precisam ser t&atilde;o ortodoxos. &Eacute; poss&iacute;vel comer um p&atilde;ozinho, duas ou tr&ecirc;s vezes por m&ecirc;s e n&atilde;o sentir mal-estar algum, segundo o nutr&oacute;logo Jo&atilde;o Curvo: &#8211; Os leigos que se observam percebem a rela&ccedil;&atilde;o entre o excesso de trigo e o aumento do volume abdominal, excesso de gases, dores articulares, dores de cabe&ccedil;a e peso nos p&eacute;s. Quando ocorre a satura&ccedil;&atilde;o de gl&uacute;ten no intestino, a absor&ccedil;&atilde;o dos nutrientes piora e a pessoa come&ccedil;a a apresentar queixas. Essa intoler&acirc;ncia vai minando o sistema imunol&oacute;gico e v&atilde;o surgindo as alergias cut&acirc;neas, a psor&iacute;ase e as artrites. Tudo depende da quantidade do consumo. </span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif"><span style="font-size: 14px">Teresa S&aacute;, por exemplo, mulher do estilista Tufi Duek, da F&oacute;rum, n&atilde;o &eacute; cel&iacute;aca, mas teve um problema vascular, que, depois de muitos exames, descobriu que era intoler&acirc;ncia ao trigo: &#8211; Eu como massa, mas tenho consci&ecirc;ncia que depois tenho que fazer um processo de desintoxica&ccedil;&atilde;o, sem comer gl&uacute;ten durante quatro ou cinco dias. </span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif"><span style="font-size: 14px">Para a pediatra e nutr&oacute;loga Clara Brand&atilde;o, do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, a mudan&ccedil;a dos h&aacute;bitos alimentares dos brasileiros nos &uacute;ltimos anos, com a troca de alimentos saud&aacute;veis e org&acirc;nicos nacionais como a mandioca, o milho e o inhame pela farinha de trigo refinada importada, por&eacute;m, j&aacute; come&ccedil;a a causar doen&ccedil;as tamb&eacute;m em pessoas n&atilde;o cel&iacute;acas. Ela lembra que 80% dos brasileiros vivem nas periferias urbanas comendo p&atilde;o com margarina e macarr&atilde;o. Os de maior poder aquisitivo adicionam o queijo, o salame e o presunto, que, segundo ela, cont&ecirc;m aditivos qu&iacute;micos que comprometem a sa&uacute;de: &#8211; N&oacute;s temos que refor&ccedil;ar nossa soberania alimentar. N&oacute;s com&iacute;amos o fub&aacute;, a tapioca, o milho, muito mais nutritivos que o trigo, importado e nocivo. Temos estoques reguladores de arroz lotados, mas a merenda escolar leva trigo todos os dias. Est&aacute; havendo uma satura&ccedil;&atilde;o do metabolismo da popula&ccedil;&atilde;o em geral devido a uma alimenta&ccedil;&atilde;o equivocada. Esta tend&ecirc;ncia &agrave; intoler&acirc;ncia alimentar e &agrave;s doen&ccedil;as subseq&uuml;entes, segundo Clara Brand&atilde;o, come&ccedil;am no primeiro ano de vida, quando a crian&ccedil;a come&ccedil;a a comer p&atilde;o, biscoito e macarr&atilde;o: &#8211; Uma crian&ccedil;a de 7 ou 8 anos j&aacute; sabe fazer sozinha o miojo, que j&aacute; vem com um veneno no saquinho para o molho. Aquilo tem glutamato de soja, que altera a qu&iacute;mica cerebral e &eacute; uma subst&acirc;ncia t&oacute;xica. Fora isso, hoje ningu&eacute;m mais janta, come um sandu&iacute;che . Se temos um alimento org&acirc;nico, como a mandioca, muito mais nutritivo e mais barato que o trigo, e que fixa o produtor na terra, o que estamos esperando para mudar essa situa&ccedil;&atilde;o? </span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva, sans-serif"><span style="font-size: 14px">O profissional de marketing F&aacute;bio Quinei, de 26 anos, j&aacute; come&ccedil;ou h&aacute; um m&ecirc;s a banir o gl&uacute;ten, cortando o p&atilde;o e o macarr&atilde;o para ganhar mais disposi&ccedil;&atilde;o e malhar mais. Ele e Larissa Munck, ambos alunos da academia Velox, no Humait&aacute;, trocaram o p&atilde;o pela salada e pelas frutas: &#8211; O gl&uacute;ten prejudica a absor&ccedil;&atilde;o dos nutrientes e, em um m&ecirc;s de dieta, d&aacute; para notar uma boa secada. H&aacute; tamb&eacute;m um corte no a&ccedil;&uacute;car porque os doces cont&ecirc;m gl&uacute;ten. Isso &eacute; o pior, porque adoro doces. Mas troquei doces por frutas! </span></span></p>
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		<title>16º DIA DE CAMPO DA FAZENDA SAN FRANCISCO</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 20:16:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao sementes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="" class="alignnone" height="754" src="http://dl.dropbox.com/u/8547542/dia_de_campo_2011_email_800px.jpg" style="width: 511px; height: 754px" title="16º Dia de Campo da Fazenda San Francisco" width="600" /></p>
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		<title>FENARROZ</title>
		<link>http://www.sementesdearroz.com.br/noticias/fenarroz/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Sep 2011 20:49:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao sementes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[17ª Fenarroz]]></category>
		<category><![CDATA[FENARROZ]]></category>

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		<description><![CDATA[Ocorrer&#225; de 22 a 27 de maio de 2012, em Cachoeira do Sul (RS), a 17&#170; edi&#231;&#227;o da Feira Nacional do Arroz (FENARROZ) maior evento oriz&#237;cola das Am&#233;ricas. Ser&#227;o seis dias de evento, a feira est&#225; se modernizando e acompanhando tend&#234;ncias nacionais. A &#225;rea destinada &#224;s empresas mostrar&#227;o novas tecnologias e modernos equipamentos para plantio, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ocorrer&aacute; de 22 a 27 de maio de 2012, em Cachoeira do Sul (RS), a 17&ordf; edi&ccedil;&atilde;o da Feira Nacional do Arroz (FENARROZ) maior evento oriz&iacute;cola das Am&eacute;ricas. Ser&atilde;o seis dias de evento, a feira est&aacute; se modernizando e acompanhando tend&ecirc;ncias nacionais.</p>
<p>A &aacute;rea destinada &agrave;s empresas mostrar&atilde;o novas tecnologias e modernos equipamentos para plantio, colheita e beneficiamento do arroz.</p>
<p>&acute;&acute;Queremos oferecer uma infraestrutura cada vez melhor aos expositores e visitantes&acute;&acute;, ressalta o presidente Lu&iacute;s Silva.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Revista Planeta Arroz</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Carta APAI à Sociedade Sul-Brasileira de Arroz Irrigado &#8211; SOSBAI</title>
		<link>http://www.sementesdearroz.com.br/noticias/carta-apai-a-sociedade-sul-brasileira-de-arroz-irrigado-sosbai/</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Aug 2011 21:27:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comunicacao sementes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Moção do Arroz]]></category>
		<category><![CDATA[SOSBAI]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; &#160; &#160; &#160; Campo Grande-MS, 08 de agosto de 2011. &#160; Ilmo. Sr. Jos&#233; Alberto Noldin Presidente da Sociedade Sul-Brasileira de Arroz Irrigado Itaja&#237;-SC &#160; &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; A Associa&#231;&#227;o dos Produtores de Arroz e Irrigantes do Mato Grosso do Sul &#8211; APAI/MS, vem pela presente solicitar que durante o evento maior do Arroz no Brasil, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>
<p style="text-align: center">&nbsp;<a href="http://www.sementesdearroz.com.br/wp-content/uploads/APAI.jpg"><img alt="" class="aligncenter size-medium wp-image-278" src="http://www.sementesdearroz.com.br/wp-content/uploads/APAI-300x97.jpg" style="width: 300px; height: 97px" title="APAI" /></a></p>
<p align="right">&nbsp;</p>
<p align="right">&nbsp;</p>
<p align="right">Campo Grande-MS, 08 de agosto de 2011.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ilmo.</p>
<p><strong>Sr. Jos&eacute; Alberto Noldin </strong></p>
<p>Presidente da Sociedade Sul-Brasileira de Arroz Irrigado</p>
<p><u>Itaja&iacute;-SC</u></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A Associa&ccedil;&atilde;o dos Produtores de Arroz e Irrigantes do Mato Grosso do Sul &ndash; APAI/MS, vem pela presente solicitar que durante o evento maior do Arroz no Brasil, <u>se coloque em aprecia&ccedil;&atilde;o uma mo&ccedil;&atilde;o</u> deste importante colegiado que representa a <u>massa cr&iacute;tica</u> do setor cientifico &#8211; tecnol&oacute;gico e produtivo do ARROZ no sentido de buscar solu&ccedil;&otilde;es de longo prazo para a cadeia produtiva do arroz, que sofre a falta de medidas compensat&oacute;rias por efeitos delet&eacute;rios advindos do Mercosul, com a abertura do mercado consumidor brasileiro &aacute; uma concorr&ecirc;ncia injusta pelo peso do Fator Brasil &ndash; carga de impostos suportada pelo produtor nacional.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Representando os produtores de Mato Grosso do Sul, a APAI-MS tem junto a voc&ecirc;s dois delegados, Sr. Darci Dias de Azambuja e Sr. Sidenei Ambr&oacute;sio Tambosi.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Em nome de todos os companheiros produtores do Mato Grosso do Sul, sa&uacute;do a SOSBAI por mais este evento de sucesso.</p>
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<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Sendo o que se apresenta para o momento.&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Atenciosamente,</p>
<p><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Roberto Folley Coelho</strong></p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Presidente da Associa&ccedil;&atilde;o dos Produtores de Arroz e Irrigantes do Mato Grosso do Sul.</p>
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